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Archive for the ‘SOCIAL’ Category


 

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame… se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

 

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Para podermos entender perfeitamente as diferenças, as ligações entre Deus e Política, vamos analisar os conceitos Bíblicos de Deus, o conceito científico de Deus e o conceito científico de Política. 

  

Conceitos: 

  

DEUS: [Bíblico]: 

  

Quem é Deus: Salmos 145:17 “Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e benigno em todas as suas obras”. 

Sua descrição: Deuteronômio 32:4 “Ele é a Rocha; suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são justos; Deus é fiel e sem iniqüidade; justo e reto é ele”. 

Poder de Deus: Jó 36:5 “Eis que Deus é mui poderoso, contudo a ninguém despreza grande é no poder de entendimento”. 

Fidelidade de suas promessas: Deuteronômio 7:9 “Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia, até mil gerações, aos que o amam e guardam os seus mandamentos.”
Deus em uma única palavra: 1 João 4:8 “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”
Sua Compaixão: Salmos 86:15 “Mas tu, Senhor, és um Deus compassivo e benigno, longânimo, e abundante em graça e em fidelidade”.
Sua Imparcialidade: Atos 10:34-35 “Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é aceitável aquele que, em qualquer nação, o teme e pratica o que é justo”.
Comprometimento de Deus com nosso futuro: João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Verdadeiro exemplo de Amor: 1 João 4:9-10 “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos. Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.”
Sua misericórdia: Miquéias 7:18 “Quem é Deus semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade, e que te esqueces da transgressão do resto da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque ele se deleita na benignidade”.
Abençoa a Justos e Injustos: Mateus 5:45-46 “Para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos. Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo?”
Seu poder em nos dar tudo: Romanos 8:32 “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?” 

Verdadeiro Pai: 1 João 3:1 “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele.”
Seu Refúgio: Salmos 36:7 “Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas”.
Exemplo do amor de Deus: 1 João 4:11 “Amados, se Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros.”
Sua repreensão: Hebreus 12:6 “Pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho”.
Jamais nos abandona: Jeremias 31:3 “De longe o Senhor me apareceu, dizendo: Pois que com amor eterno te amei, também com benignidade te atraí”. 

Nada separa o verdadeiro filho do Pai: Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. 

DEUS: [Cientifico]: 

Ao longo da história da humanidade a idéia ou compreensão de Deus assumiu várias concepções em todas sociedades e grupos já existentes, desde as primitivas formas pré-clássicas das crenças provenientes das tribos da Antiguidade até os dogmas das modernas religiões da civilização atual. 

Deus muitas vezes é expressado como o criador e Senhor do universo. Teólogos têm relacionado uma variedade de atributos para concepções de Deus muito diferentes. Os mais comuns entre essas incluem onisciência, onipotência, onipresença, benevolência (bondade perfeita), simplicidade divina, zelo, sobrenatural, eternidade e de existência necessária. 

Deus também tem sido compreendido como sendo incorpóreo, um ser com personalidade divina, a fonte de toda a obrigação moral, e o “maior existente”.
Estes atributos foram todos suportados em diferentes graus anteriormente pelos filósofos teológicos judeus, cristãos e muçulmanos, incluindo Rambam, Agostinho de Hipona e Al-Ghazali, 

Política: [Cientifico]: 

Política denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa). Nos regimes democráticos,a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância. 

A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas “polis”, nome do qual se derivaram palavras como “politiké” (política em geral) e “politikós” (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim “politicus” e chegaram às línguas européias modernas através do francês “politique” que, em 1265, já era definida nesse idioma como “ciência do governo dos Estados”. 

O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana. 

Romanos 13 

1 Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. 

2 Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. 

3 Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; 

4 porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal. 

5 Pelo que é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. 

6 Por esta razão também pagais tributo; porque são ministros de Deus, para atenderem a isso mesmo. 

7 Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. 

Como vimos na definição científica sobre Política que denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados, e se analisarmos que Deus quando criou tudo que existe, Ele organizou, deu direção, e administra tudo até hoje, poderemos concluir que, segundo essa definição que é a mesma que torna qualquer ser humano um político, seja pela prática de votar ou pela militância, Deus é nosso supremo Político

Infelizmente, um de seus subordinados desde o princípio, resolveu tornar-se seu concorrente e tem por nome Diabo, Satanás, Lúcifer… 

Desde então, por conta da “disputa” de Satanás com o Senhor nosso Deus, os seres humanos por toda história têm sofrido. 

Assim, como podemos ver, Satanás é o “político corrupto” que engana seus “eleitores”, mentindo sobre seu real poder e seus feitos. 

Em nossa política humana, vemos que candidatos políticos também fazem bons feitos, mas também mentem sobre alguns de seus feitos. Um candidato pode até ter feito uma determinada obra, por exemplo, mas será que a forma como ele “vende” a resultante dessa obra é efetiva? 

Outros candidatos oferecem benefícios ilícitos em troca de apoio à sua “imagem”, “feitos” e promessas. Satanás faz o mesmo. Ele promete tudo àqueles que lhe “apoiarem” e militarem em sua causa. 

Em nossa política humana, temos sofrido com a insuficiência da prestação dos serviços públicos, isso, porque há anos, muitos eleitores têm votado nos políticos que prometeram e não cumpriram, e continuam cada vez mais prometendo e não cumprindo, e cumprindo tão pouco para poderem continuar enganando. 

Hoje, muitos seres humanos estão “votando” no “político corrupto” que é o Diabo. Este promete riqueza, dinheiro, fama, mulheres lindas, mas não conta que também trará sofrimento, doenças, depressão, Aids, dissensão entre homens e dilaceração das famílias. 

Da mesma forma, os humanos sofrem com as “promessas” não cumpridas pelos maus políticos e sofrem com um sistema de saúde precário, enchentes, alagamentos, cobrança de altos impostos, falta de segurança e má qualidade na educação. Tudo isso somado se torna uma realidade social indesejável e indigna, contra a esperança da promessa. 

Com Deus é a mesma coisa. Só que de uma forma benéfica. Aqueles que escolheram “votar” em Deus (entregando suas vidas a Ele) podem usufruir da garantia de, no futuro, e para sempre viverem na Nova Jerusalém com a mais perfeita administração política do Senhor nosso Deus! 

Aqui em nosso mundo, não podemos ser negligentes em querer separar totalmente o mundo espiritual do mundo físico, e não cumprirmos suas ordenanças, ou seja, as “leis” deixadas por Deus para nossa vivencia neste mundo físico. Como transcrito acima do capitulo 13 de Romanos, se humanamente não cumprirmos a “lei de Deus”, estaremos anulando nosso “direito” de viver na Nova Jerusalém. Hoje, quando alguém descumpre certas leis, que são consideradas crimes, perdem o direito de viverem livre em nosso mundo, e vão pagar sua pena atrás das grades. 

A lei de Deus nos diz que nesse mundo tudo é passageiro, sendo assim o tempo de pena também, considerando um paralelo com nossas leis penais brasileiras. Mas a lei de Deus é perpetua, assim como ele é eterno, sendo assim, se descumprirmos, essa Lei Eterna teremos uma pena eterna, e, essa pena eterna é o inferno, o lago de fogo, juntamente com o “político” corrupto, o Diabo e seus anjos (aliados). 

O cristão deve ser um bom patriota: 

Tem bom ânimo, e sejamos corajosos pelo nosso povo, e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer. 2 Sm 10.12 

  

Junto aos rios de Babilônia, ali nos assentamos e nos pusemos a chorar, recordando-nos de Sião. Sl. 137.1 

  

Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; enchei-vos por ela de alegria, todos os que por ela pranteastes; Is. 66.10
Deveres Civis: Conjunto de normas reguladoras dos direitos e obrigações de ordem privada atinentes às pessoas, aos bens e às suas relações. 

Essas normas reguladoras se aplicam a todos os cidadãos, independente de sua cor, religião ou situação financeira.  Encontra-se na Bíblia o Senhor determinando a seus servos a necessidade de serem bons cidadãos, cumpridores das normas instituídas pelos governos. 

Todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei… Ed 7.26 

. 8.2EcObserva o mandamento do rei…

  

 

 

13.1-7RmTodo homem esteja sujeito às autoridades superiores…

  

 

 

3.1,2Tt aos que governam, às autoridades. sujeitemSe

  

 

 

Sujeitai-vos a toda instituição humana… quer seja o rei como soberano…
1Pe 2.14,14
  

Mesmo se tivermos governantes e “políticos corruptos”, como cristãos não devemos murmurar e amaldiçoá-los:

o príncipe do teu povo. Ex 22.28amaldiçoarásNão

  

 

 

10.20Ec o rei. amaldiçoesNão

  

 

 

13.4,7Rm. honra, honra; a quem respeito, respeitoA autoridade é ministro de Deus para teu bem… a quem

  

 

 

Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei. 1Pe 2.17  

Devemos ser exemplo em tudo! 

Deus constitui as autoridades terrenas que elaboram as leis. No nosso caso Deus organizou, dirigiu e administra no país através dos tempos e dos homens que foram permitidos por Ele para que hoje tivéssemos a Constituição Federal que nos traz o Direito Político. 

Direito Político: O que tem por objeto as faculdades concedidas, e deveres impostos aos cidadãos, como, por  exemplo, votar, ser votado, exercer cargos públicos, que concede a todos, igualdade para pleitear cargos eletivos, votar e ser votado. 

Infelizmente, nos momentos em que antecedem as eleições vemos muitas igrejas, pastores e membros se corrompendo, descumprindo a Lei de Deus, deixando o “político corrupto” Diabo, utilizar alguns de seus militantes políticos humanos que sobem em púlpitos, mentem e enganam o povo de Deus. 

O homem que vive segundo o coração de Deus, jamais deve aproveitar-se dos políticos e, numa troca, receber qualquer beneficio pelo seu voto. Note que em todo ano eleitoral aparecem muitos candidatos com belos discursos,  sempre dispostos a ajudar: são cestas básicas, tratamento de saúde e outras ofertas pelo seu voto. O servo de Deus deve ser consciente o suficiente para não se vender. 

Pode o Filho de Deus candidatar-se a cargos políticos?
Sim. Na Bíblia encontram-se vários servos que foram políticos e lideres que exerceram cargos públicos, como Abraão, Moisés, José, Neemias, Davi, Salomão (só para citar alguns). Mas, entendo que em tais situações à vontade “literal” de Deus deve vir em primeiro lugar. É preciso que o Senhor seja consultado, seja ouvido e, quando ele mandar, seja obedecido! 

O homem que conhece a Deus deve ser diferente, pagar o preço de ser um político que saiba honrar o compromisso com o Salvador e viver em honestidade e de fato ser uma autoridade constituída por Deus (Pv 11.11; 14.34 e 16.12). 

A igreja deve ser totalmente independente aos assuntos políticos. Devem ser encarados como líderes políticos, jamais, como líderes da igreja do Senhor. É impossível que haja vitórias e o mover soberano do Espírito Santo numa igreja, na qual, a má política está infiltrada. 

Amados pastores, presbíteros, diáconos, e povo de Deus! 

Não se deixem envolver por homens corruptos, que apenas visam votos, prometem “maravilhas”. 

A igreja é o povo de Deus e por Ele devem ser conduzidos. 

Vamos orar, buscar em Deus a Sua orientação para o voto certo; estudar a vida e as propostas dos candidatos a cargos públicos. Ouça a Sua voz através de seus profetas e honrem à Sua vontade! 

Não vamos nos corromper com ouro e prata que a traça corrói!

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The Churches of Tallinn, Capital of Estonia: Freedom of Worship allows Lutheran, Catholic, and Russian Orthodox.

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OS QUE FAZEM A DIFERENÇA 

(autor desconhecido) 

  

Conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: “prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”.
Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.
“Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.
Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro.
Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo.
Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença.
De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança.
E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora.
Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.
Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”.
 

O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total.
Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença.
Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo.
 

Pense nisso! 

Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz.
Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência.
Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial.
Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz.
Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do “resto”.
Pense nisso e seja alguém que faz a diferença…
Alguém que, com sua ação, torna a vida das pessoas melhor.
 

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Estamos nos aproximando do momento da “Campanha Eleitoral”. Nesse período, estamos acostumados a ouvir promessas e até visualizar algumas concretizadas. Mas se analisarmos os feitos em um contexto mais amplo, teria resultado efetivo essa verdade?  

 Hoje nós nos prendemos em algumas situações do cotidiano. È como um quebra-cabeça quando estamos concentrados, montando-o. Nossa “visão” torna-se tão “objetiva” que a imagem a ser montada ou visualizada no quebra-cabeça torna-se “virtual” e a imagem mais importante em cada movimento na montagem está direcionada no pequeno fragmento da imagem contida em cada peça e no contorno de montagem de cada uma das peças. 

 Em nosso dia-dia acabamos nos prendendo a fragmentos dos benefícios do poder público à sociedade e a cada movimento completo (colocando a peça certa no lugar certo) temos, ainda que pequena, uma sensação de satisfação. 

 Podemos analisar situações comuns como, por exemplo: Ouvimos dizer que há muito tempo a escravatura não existe mais. Será? Talvez não nos moldes da que existia antigamente em várias partes do mundo. Mas, hoje as pessoas são escravas por exemplo do sistema financeiro ou do seu trabalho nem sempre valorizado. Os cidadãos brasileiros trabalham para se manter ou, se tiver mais condições, para adquirir bens que o sistema capitalista oferece. Sendo assim, ficam escravas do cartão de crédito, dos juros, dos baixos salários, dos altos impostos e da precariedade da prestação dos serviços públicos. Estes não são um tipo de escravidão? 

 Ao longo da História do Brasil, muitas situações avançaram, mas nem todas trouxeram, no final, o resultado esperado ou devido. O Brasil só começou a existir de fato quando a família real portuguesa, comandada por D. João VI, e mais 15 mil agregados se acomodaram em nossas terras fugindo dos napoleônicos que invandiram Lisboa (que tipo de patriotas eram que abandonaram seu País, ao invés de lutar por ele. Se fossem para perder que perdessem lutando!. E vieram acompanhados de esquadra inglesa, numa “jogada” para permitir que Portugal participasse do Congresso de Viena (até hoje vemos esses tipos de arranjos em benefício próprio e não da população). Depois, ainda na era Colonial, surgiram as capitanias hereditárias para facilitar a exploração do ouro e prata de nossas terras e enriquecer Portugal. Os objetivos fins são realmente o desenvolvimento? Pois, nesta situação também se deu início a um processo injusto e duradouro de má distribuição de renda, que afeta os brasileiros até hoje. De qualquer forma, após alguns anos, as capitanias não deram certo, com exceção de duas, mas permitiu como benefícios a divisão das terras em provîncias, vilas, cidades e os Estados como temos hoje. 

 Em situação mais recente, apesar da ditadura de Getulio Vargas que não dá direito à democracia e à opinião pública, o regime aumentou o número de escolas primárias de 27 mil para 40 mil (perído de 1932 a 1939). Aumentou o numero de bibliotecas e universidades, entre elas a Universidade de São Paulo (USP), permitiu o surgimento da Compania Vale do Rio Doce, a Usina de Paulo Afonso, a Fábrica Nacional de Motores, a Cia Siderúrgica Nacional, sem contar as leis trabalhistas. Todo este conjunto trouxe excelentes resultados para o país. Mas o povo queria ter sua participação, sua contribuição, enfim, estavam satisfeitos com estes feitos, mas infelizmente por terem restrições em seus direitos de expressão. 

 Em situação mais recente, o povo se satisfaz com os programas de governo, mas eles não são muito ínfimos perto dos arrojados ganhos dos banqueiros. Será que não exitem um abismo entre uma classe de indívíduos e outra? E o imposto pagos pelas empresas de tecnologia e telecomunicações, o FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) que seria destinado exclusivamente às causas sociais (educação, inclusão digital e, especialmente ao sistema público de saúde). Cadê esse dinheiro? Algúem sabe dele? O que sabemos é que os hospitais públicos estão sem médicos, sem recursos, sem atendimento e com enormes filas de espera. 

 Enquanto isso, vamos seguindo com o progresso das estradas, do “aumento de nível da classe social”, de autonomia em relação aos outros países, com nossa independência financeira e, com isto tudo, temos motivos para sermos patriotas e nos satisfazermos com o desenvolvimento de nossa Pátria. Mas, individualmente, estamos felizes, achamos mesmo tudo justo? 

 Segundo os historiadores Ecarlos Eduardo Novaes e César Lobo, “após cinco séculos de História, o Brasil permanece um feudo das elites que dançam sobre a Constituição no ritmo dos seus interesses. Guardadas as devidas proporções o povão cotinua vivendo nos tempos da Colônia, sem Terras, sem Saúde, sem Educação, sem Habitação, sem Justiça, sem Transportes, sem Dignidade…”. 

 Devemos aproveitar esse ano eleitoral para, com consciência e prudência, não sermos negligentes pensando: “ Quatro anos a mais ou a menos com qualquer um no governo não faz mais diferença…” ou “Todos os políticos são iguais…”. 

 Nossa postura, como cidadão tem que mudar. Vamos nos dar ao trabalho de pesquisar, estudar, conhecer o candidato, conhecer seu passado e saber se ele foi um bom político anteriormente, se o que ele fala é verdade ou manipulação.  Se não fizermos nossa parte também não poderemos cobrar, pois se votarmos negligentemente estaremos sendo coniventes com os erros dos atuais políticos que queiram ser reeleitos. 

 Vamos exercer a Verdadeira Cidadania! 

 Será que tudo que vemos no sistema político é uma verdade efetiva? Será que tudo o que o candidato eleito, principalmente ele, diz ter feito é verdade, a forma em que foi feita é verdadeira? A Verdade Efetiva, não pode ser manipulada. Vamos escolher nossos próximos candidatos com prudência. Só assim poderemos honrar a Verdadeira Democracia e a imperativa “Ordem e Progresso”! E assim efetivamente teremos um “Brasil de Todos”! 

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Por Jaan Tammerik©2010

Vimos há algumas semanas, o mundo, ou parte dele, compenetrado nas Olimpíadas de Vancouver 2010.  As Olimpíadas como sabemos acontece no mesmo intervalo de tempo que as “corridas eleitorais” no Brasil, ou seja, a cada 4 anos.

No caso das Olimpíadas desportivas, temos um conjunto de modalidades esportivas, onde se inscrevem os atletas, cada qual em sua modalidade, e para isso se preparam durante anos, para darem o melhor de si, aos que já participaram em datas anteriores, esses, se preparam para quebrar seu próprio recorde.

Analisando toda a estrutura envolvida, pessoas, equipes, treinadores, atletas, construções, mídias, patrocínios, etc., me permita traçar um paralelo com a “corrida eleitoral”.

No Brasil nossas eleições não passam de uma corrida, onde todos os candidatos e suas equipes trabalham e se “esforçam” para chegarem ao primeiro lugar. Infelizmente essa corrida nem sempre traz benefícios para a população, os “responsáveis” por colocar determinadas pessoas dessa “corrida eleitoral” em suas posições.

No caso de uma olimpíada desportiva, o responsável por conseguir chegar ou não ao primeiro lugar (nem todos conseguem a medalha de ouro, mas todos lutam por ela), é o próprio atleta e seu treinador.

Em minha opinião, deveria existir um comitê auditor de atividades públicas, e a criação de um sistema normativo tipo ISO 9000, do mesmo modo que as empresas têm e que garante o produto ou serviço. Nessa normatização dever-se-ia exigir tópicos, garantindo que toda ação pública contemplasse os seguintes quesitos: Social, Saúde, Moradia, Emprego etc., ou seja, fizesse cumprir na integra e de forma efetiva a Constituição Brasileira.

Esse comitê não poderia ter nenhum membro que fosse ou tivesse familiar na política. No caso de ter sido candidato, ou eleito, este, deveria estar há pelo menos quatro mandatos fora da vida publica, mesmo em cargos nomeados, e a sua participação no comitê o tornaria inelegível por todos os seus dias.

Esse comitê criaria uma “Olimpíada de Obras Públicas”, o qual dentro de um planejamento obrigaria os governos a criarem uma “corrida de obras públicas”, o que em um conjunto em nível nacional se tornaria em uma grande “Olimpíada de Obras Públicas”. Entenda-se “Obras” não apenas “construções”, mas toda ação pública em favor da população.

Diferentemente das Olimpíadas Desportivas que acontecem a cada quatro anos, por um período de aproximadamente um mês, a Olimpíada de Obras públicas seria constantemente dentro do período de quatro anos.

Dentre os resultados das obras públicas a população teria oportunidade de eleger seus governantes pelo interesse, sim, pelo interesse nas benfeitorias a seu favor.

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