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Archive for maio \27\UTC 2010


The Churches of Tallinn, Capital of Estonia: Freedom of Worship allows Lutheran, Catholic, and Russian Orthodox.

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OS QUE FAZEM A DIFERENÇA 

(autor desconhecido) 

  

Conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: “prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”.
Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.
“Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.
Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro.
Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo.
Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença.
De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança.
E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora.
Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.
Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”.
 

O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total.
Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença.
Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo.
 

Pense nisso! 

Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz.
Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência.
Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial.
Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz.
Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do “resto”.
Pense nisso e seja alguém que faz a diferença…
Alguém que, com sua ação, torna a vida das pessoas melhor.
 

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Estamos nos aproximando do momento da “Campanha Eleitoral”. Nesse período, estamos acostumados a ouvir promessas e até visualizar algumas concretizadas. Mas se analisarmos os feitos em um contexto mais amplo, teria resultado efetivo essa verdade?  

 Hoje nós nos prendemos em algumas situações do cotidiano. È como um quebra-cabeça quando estamos concentrados, montando-o. Nossa “visão” torna-se tão “objetiva” que a imagem a ser montada ou visualizada no quebra-cabeça torna-se “virtual” e a imagem mais importante em cada movimento na montagem está direcionada no pequeno fragmento da imagem contida em cada peça e no contorno de montagem de cada uma das peças. 

 Em nosso dia-dia acabamos nos prendendo a fragmentos dos benefícios do poder público à sociedade e a cada movimento completo (colocando a peça certa no lugar certo) temos, ainda que pequena, uma sensação de satisfação. 

 Podemos analisar situações comuns como, por exemplo: Ouvimos dizer que há muito tempo a escravatura não existe mais. Será? Talvez não nos moldes da que existia antigamente em várias partes do mundo. Mas, hoje as pessoas são escravas por exemplo do sistema financeiro ou do seu trabalho nem sempre valorizado. Os cidadãos brasileiros trabalham para se manter ou, se tiver mais condições, para adquirir bens que o sistema capitalista oferece. Sendo assim, ficam escravas do cartão de crédito, dos juros, dos baixos salários, dos altos impostos e da precariedade da prestação dos serviços públicos. Estes não são um tipo de escravidão? 

 Ao longo da História do Brasil, muitas situações avançaram, mas nem todas trouxeram, no final, o resultado esperado ou devido. O Brasil só começou a existir de fato quando a família real portuguesa, comandada por D. João VI, e mais 15 mil agregados se acomodaram em nossas terras fugindo dos napoleônicos que invandiram Lisboa (que tipo de patriotas eram que abandonaram seu País, ao invés de lutar por ele. Se fossem para perder que perdessem lutando!. E vieram acompanhados de esquadra inglesa, numa “jogada” para permitir que Portugal participasse do Congresso de Viena (até hoje vemos esses tipos de arranjos em benefício próprio e não da população). Depois, ainda na era Colonial, surgiram as capitanias hereditárias para facilitar a exploração do ouro e prata de nossas terras e enriquecer Portugal. Os objetivos fins são realmente o desenvolvimento? Pois, nesta situação também se deu início a um processo injusto e duradouro de má distribuição de renda, que afeta os brasileiros até hoje. De qualquer forma, após alguns anos, as capitanias não deram certo, com exceção de duas, mas permitiu como benefícios a divisão das terras em provîncias, vilas, cidades e os Estados como temos hoje. 

 Em situação mais recente, apesar da ditadura de Getulio Vargas que não dá direito à democracia e à opinião pública, o regime aumentou o número de escolas primárias de 27 mil para 40 mil (perído de 1932 a 1939). Aumentou o numero de bibliotecas e universidades, entre elas a Universidade de São Paulo (USP), permitiu o surgimento da Compania Vale do Rio Doce, a Usina de Paulo Afonso, a Fábrica Nacional de Motores, a Cia Siderúrgica Nacional, sem contar as leis trabalhistas. Todo este conjunto trouxe excelentes resultados para o país. Mas o povo queria ter sua participação, sua contribuição, enfim, estavam satisfeitos com estes feitos, mas infelizmente por terem restrições em seus direitos de expressão. 

 Em situação mais recente, o povo se satisfaz com os programas de governo, mas eles não são muito ínfimos perto dos arrojados ganhos dos banqueiros. Será que não exitem um abismo entre uma classe de indívíduos e outra? E o imposto pagos pelas empresas de tecnologia e telecomunicações, o FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) que seria destinado exclusivamente às causas sociais (educação, inclusão digital e, especialmente ao sistema público de saúde). Cadê esse dinheiro? Algúem sabe dele? O que sabemos é que os hospitais públicos estão sem médicos, sem recursos, sem atendimento e com enormes filas de espera. 

 Enquanto isso, vamos seguindo com o progresso das estradas, do “aumento de nível da classe social”, de autonomia em relação aos outros países, com nossa independência financeira e, com isto tudo, temos motivos para sermos patriotas e nos satisfazermos com o desenvolvimento de nossa Pátria. Mas, individualmente, estamos felizes, achamos mesmo tudo justo? 

 Segundo os historiadores Ecarlos Eduardo Novaes e César Lobo, “após cinco séculos de História, o Brasil permanece um feudo das elites que dançam sobre a Constituição no ritmo dos seus interesses. Guardadas as devidas proporções o povão cotinua vivendo nos tempos da Colônia, sem Terras, sem Saúde, sem Educação, sem Habitação, sem Justiça, sem Transportes, sem Dignidade…”. 

 Devemos aproveitar esse ano eleitoral para, com consciência e prudência, não sermos negligentes pensando: “ Quatro anos a mais ou a menos com qualquer um no governo não faz mais diferença…” ou “Todos os políticos são iguais…”. 

 Nossa postura, como cidadão tem que mudar. Vamos nos dar ao trabalho de pesquisar, estudar, conhecer o candidato, conhecer seu passado e saber se ele foi um bom político anteriormente, se o que ele fala é verdade ou manipulação.  Se não fizermos nossa parte também não poderemos cobrar, pois se votarmos negligentemente estaremos sendo coniventes com os erros dos atuais políticos que queiram ser reeleitos. 

 Vamos exercer a Verdadeira Cidadania! 

 Será que tudo que vemos no sistema político é uma verdade efetiva? Será que tudo o que o candidato eleito, principalmente ele, diz ter feito é verdade, a forma em que foi feita é verdadeira? A Verdade Efetiva, não pode ser manipulada. Vamos escolher nossos próximos candidatos com prudência. Só assim poderemos honrar a Verdadeira Democracia e a imperativa “Ordem e Progresso”! E assim efetivamente teremos um “Brasil de Todos”! 

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